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JOVEM MORRE APÓS PARTO NO HOSPITAL SANTO AMARO

O JC tentou contato com o presidente do HSA, o advogado Urbano Bahamonde, para saber o desdobramento do caso, mas não obteve retorno

Uma reportagem publicada em jornais da região, incluindo o G1, contou a história da jovem de 22 anos que morreu depois de fazer uma cesárea no Hospital Santo Amaro, Pâmela Suelen Barbosa Servilho.  

Segundo a mãe da jovem Eliane Rodrigues de Lima, os médicos não souberam determinar a causa da morte. “Ela não tinha nenhum problema de saúde. Eles mataram minha filha e eu quero Justiça”, diz. No obituário, o caso foi registrado como morte indeterminada. Eliane explica que a filha teve uma gravidez tranquila, mas dias antes do parto sentiu fortes dores. Conforme relata, a filha foi ao hospital constantemente durante as duas semanas, mas sempre era liberada. Ela foi internada e fez a cesárea no dia 16 de janeiro. Durante o parto, a jovem estava acompanhada do namorado, que a auxiliou enquanto ela passava mal. “A Pâmela ficou tonta e disse que estava vendo estrelinhas. Ela apagou e meu genro foi retirado da sala. Quando voltamos, eles tentavam reanimar minha filha”, relata. Eliane perguntou se a filha estava viva e um dos médicos respondeu que não sabia. "Queria alguma confirmação, mas fui tratada como animal", ressalta a mãe. Assim que a família soube que Pâmela não resistiu ao parto, a mãe afirma que os médicos questionaram se ela tinha problemas como falta de ar ou alguma doença cardíaca, mas não explicaram o que ocorreu durante o parto. “Descaso total. Uma jovem de 22 anos entrar para dar a luz e sair morta”, lamenta. Ela alega que a filha fez acompanhamento médico, o pré-natal e todos os exames. Essa era a segunda gravidez da jovem, que já tinha um filho de quatro anos. A família registrou Boletim de Ocorrência do caso na Delegacia de Polícia de Guarujá. Aos jornais regionais por meio nota, o Hospital Santo Amaro, onde Pâmela veio a óbito, afirmou que lamenta profundamente o óbito da paciente em questão e informa que seu corpo foi encaminhado ao Serviço de Verificação de Óbito (SVO), que determinará a causa da morte. Jornal da Cidade tentou contato com o presidente do Hospital Santo Amaro, o advogado Urbano Bahamonde, para ouvir o posicionamento da instituição e o desdobramento do caso, mas não obteve retorno até o fechamento desta edição. *informações G1 

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