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GUARUJÁ PREVÊ MUDANÇAS NA GESTÃO DO LIXO DOMICILIAR E COMERCIAL


Guarujá é o primeiro município a implantar um dispositivo de descarte de lixo eletroeletrônico na Baixada Santista, a notícia foi dada em primeira mão ao Jornal da Cidade, pelo secretário de Meio Ambiente, Sidnei Aranha. O equipamento foi instalado no Shopping Itapema - Avenida Presidente Castelo Branco, 317 – Vicente de Carvalho, e serve para descarte de eletroeletrônicos de até 30kg, como videogame, pilha, liquidificador, batedeira, impressora, bateria e etc.

Conforme o secretário, a sede do Município também ganhará um segundo dispositivo. “Os moradores podem deixar de descartar seus eletrônicos que não servem mais ou eletrodomésticos quebrados no lixo comum e depositarem neste equipamento. A ação integra o Projeto de Logística Reversa que estamos implantando Município”, explicou Aranha.

De acordo com o secretário, 37% do lixo diário recolhido pela coleta regular são provenientes de embalagens, por isso desde agosto de 2018, a secretaria vem dialogando com os geradores deste tipo de detrito. Além de implantar pontos de recolhimento de óleo e pilha, foram realizadas reuniões com os comerciantes, restaurantes, farmácias, grandes lojas entre outros, com objetivo de conscientizar e explicar sobre como será adotada a logística reversa.

“A Lei diz que este lixo é uma responsabilidade do produtor e não da Prefeitura. Com cada um tomando a responsabilidade para si, a Prefeitura deve economizar aproximadamente 37% no valor do contrato de coleta de lixo” diz o secretário.

Outra maneira encontrada pela Administração para reduzir o lixo na Cidade, é a formulação de um Decreto de Lei, que deverá ser publicado no próximo mês, normatizando o recolhimento de detritos no Município. O secretário explica que a partir dessas novas diretrizes, o sistema de coleta mudará para condomínios prediais e grandes geradores de lixos - supermercado, comércio de grande porte ou restaurantes, para esses as novas regras atingirão o “bolso”. Contudo, estas novas medidas não aplicarão aos moradores residenciais.

Segundo Sidney Aranha, o decreto é embasado em legislação, e prevê que os condomínios deverão aderir à coleta seletiva de lixo, para continuarem tendo direito a coleta de lixo regular. Ou seja, cada prédio deverá selecionar o lixo seco e o orgânico, o primeiro uma das cooperativas contrata pela Prefeitura recolhe e o segundo é recolhido pelo caminhão normal. Para os grandes geradores, a regra será mais rígida e cada um terá que pagar por sua coleta.

“Com essa mudança, a Prefeitura atende a lei e gera economia. Precisamos agir antes que o Município tenha que exportar lixo para fora da Baixada Santista e desperdiçar até 40% da sua receita em lixo. Para não chegar a este ponto optamos pela logística reversa e na redução da produção de lixo”, finaliza.

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