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BASTIDOR POLÍTICO

Prefeito Válter Suman é contra férias e 13º para vereadores

Conforme publicado, com exclusividade e em primeira mão, no site do Jornal da Cidade Litoral na manhã da quarta-feira, o prefeito Válter Suman (PSB) vetou (foi contra) na quinta-feira o projeto de lei da mesa diretora da Câmara Municipal que daria férias e 13º para os vereadores. O prefeito agiu com bom senso, pois apesar da matéria reivindicada na lei ter amparo no STF e TCE, o Município possui dificuldade com as finanças. Guarujá e o Brasil vivem novos tempos, onde não cabem mais determinados tipos de privilégios, sejam eles legais ou não. Na avaliação da grande maioria dos analistas políticos e da própria população, Suman acertou ao vetar o projeto.

PSL Litoral

O PSL, dependendo do desempenho do presidente Jair Bolsonaro, pode ter protagonismo político importante na região na eleição do ano que vem. No litoral, o partido elegeu dois deputados: Junior Bozzela (federal) e Tenente Coimbra (estadual). Em Santos a legenda é comandada por Marcelo Gurgel, em São Vicente por Joelson e no Guarujá por Vladmir Vieira (Vadico).

Sem retorno

Não são poucos os questionamentos ou dúvidas nos bastidores sobre o tipo de operação realizada pela Sociedade Santamarense de Beneficência do Guarujá (mantenedora do Hospital Santo Amaro) para viabilizar o funcionamento do Hospital Don Domênico (que só atende particular e convênios) no prédio do HSA.

Sem retorno 2

Até mesmo o pronto atendimento do HDD (que ficou luxuoso e bonito) sofre críticas de alguns médicos do próprio corpo clínico do “novo hospital”. Eles dizem que “recepção bonita não salva vidas, mas sim equipamentos e material humano especializado”. O JDC tentou contato com o presidente do HSA, para a avaliação dele sobre o tema, mas não obteve retorno.

Promessa cumprida

O prefeito Válter Suman (PSB) fez o mais difícil e o que ninguém acreditava fosse possível realizar: conseguiu cumprir a promessa de campanha de trocar a empresa de transporte público da cidade. Sai a Translitoral, que permaneceu por décadas na cidade, e entra a City Transporte. Agora, cabe à equipe da secretaria de Defesa Social viabilizar a transição entre as duas empresas com o mínimo de trauma possível para a população.

Transporte público

Na quinta pela manhã, após meses de cobranças aqui em Bastidor, a City Transporte finalmente resolveu dar uma entrevista coletiva, que começou com atraso de quase uma hora.

Transporte público 2

Na verdade não foi muito bem uma coletiva. A cerimonialista tentou tratar os jornalistas de forma autoritária, mas foi colocada no lugar dela pelos profissionais de imprensa.

Transporte público 3

O que aconteceu foi mais uma apresentação da empresa para a imprensa, com muitas imagens e blá-blá-blá por parte da mesa diretora e pouco espaço para perguntas (apenas duas para cada profissional presente).

Valor da passagem

Na coletiva, os temas “valor da passagem” e “subsídios” que interessam para a população e contribuintes, foram questionados pelo Jornal da Cidade. E ficaram dúvidas no ar.

Valor da passagem 2

Os dirigentes da City disseram que o valor da passagem será mantido, na transição, nos atuais R$ 3,20. Entretanto, a empresa não deve abrir mão do subsídio que a prefeitura terá que pagar para ela.

Valor da passagem 3

Em tese, o valor cheio da passagem pode chegar a R$ 4,07. Ou seja, a Prefeitura pode ter que usar dinheiro dos impostos dos munícipes para arcar com a diferença (dos R$ 3,20) que pode chegar a R$ 0,87 de cada passagem. Como o movimento estimado mensal de passagens (ida, almoço, ida e retorno) é de cerca de dois milhões de bilhetes, a Prefeitura pode ter que pagar até R$ 1.740.000,00 por mês para a empresa.

Valor da passagem 4

O Jornal da Cidade ainda questionou se a empresa poderia cobrar menos ou não cobrar parte do subsídio. Mas a mesa respondeu que o valor real da passagem (com subsídio) ainda está em estudo. Ou seja, há menos de uma semana do início da operação, a City Transporte não esclareceu o que mais importa para a população (passageiro - contribuinte). Nem o valor da passagem com subsídio eles responderam. Lamentável.

Ausência e presença

Na coletiva, o cerimonial chamou para compor a mesa o secretário Luiz Cláudio Venâncio, que não estava no local. Já o vice-presidente da ACEG Rogério Sachs compareceu, o que causou estranheza para alguns jornalistas. O detalhe estranho fica por conta de um membro do alto escalão da PMG que não teria gostado das perguntas do JDC. Qual motivo?

E a Unaerp?

A atual administração conseguiu o que parecia impossível: a troca da empresa de ônibus. Entretanto, não conseguiu sucesso (ou não divulgou) na apuração da renovação do contrato com a Unaerp.

E a Unaerp? 2

Na administração passada, quando a secretária de Educação era Priscilla Bonini (filha da reitora da Unaerp Elmara Bonini) o contrato entre PMG X Unaerp foi renovado por 25 anos até o ano de 2047. Tudo sem licitação, nem publicidade, nem transparência. Em quatro linhas no DO onde não constavam os nomes da Unaerp nem da Fundação Eduardo Lee. Um absurdo que o atual governo precisa esclarecer para a população. Enquanto isso não ocorre, a Unaerp continua ocupando prédio e terreno públicos sem pagar nem aluguel, nem IPTU. Até quando?

PSDB Guarujá

Em contato com o presidente do PSDB de Guarujá, Sandro Mastellari, Bastidor foi informado que a cidade poderá contar com o apoio dele para resgatar convênios de Márcio França (PSB) cancelados pelo novo governador João Dória (PSDB) para a Baixada a Santista. São Vicente, Santos, Guarujá e Itanhaém foram prejudicados.

Bem estar animal

O carnê de IPTU de 2019 traz um boleto de “ contribuição voluntária do bem estar animal” no valor de R$ 12,00. São cerca de 100 mil boletos distribuídos que poderiam totalizar uma arrecadação de R$ 1.200.000,00. No ano passado, entretanto, a contribuição arrecadada foi de apenas R$ 25.000,00. Estaria faltando empenho do segmento público? divulgação?

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