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“JANEIRO ROXO” ALERTA SOBRE A HANSENÍASE


Janeiro traz com ele a campanha de conscientização contra a hanseníase, uma das doenças infecto-contagiosas mais antigas do mundo. Na Baixada Santista, em 2018 foram diagnosticados 52 novos casos da doença e, durante o “Janeiro Roxo”, algumas cidades prepararam ações de diagnóstico e conscientização da doença.

Na região, Praia Grande foi a cidade que teve mais novos casos da doença, registrando 18 pacientes com hanseníase no ano passado. Em seguida vem São Vicente, com 12 novos casos. Peruíbe, Guarujá e Santos tiveram cinco pacientes novos; Bertioga e Itanhaém dois casos; Cubatão registrou um caso da doença e Mongaguá não diagnosticou novos pacientes.

A hanseníase, antigamente conhecida como lepra, é uma doença infecto-contagiosa que pode ser transmitida pelo contato com pessoas infectadas. O Brasil é o segundo país que mais registra casos da doença, ficando atrás somente da Índia. De acordo com o médico infectologista Ricardo Hayden, o contato precisa ser frequente para que haja o contágio.

A hanseníase causa lesões nas extremidades do corpo como braços e pernas. Os sinais da doença, de acordo com a Sociedade Brasileira de Dermatologia, são manchas claras, róseas ou avermelhadas no corpo, geralmente com diminuição ou ausência de sensibilidade ao calor, frio ou ao tato. O tratamento é feito com medicamentos orais e produtos que ajudam a diminuir a inflamação e promovam a cicatrização da lesão. A hanseníase tem cura que é mais fácil e rápida quanto mais precoce for o diagnóstico, que pode ser feito nas Unidades Básicas de Saúde

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